Big Data, a nova revolução na agricultura.

A agricultura de precisão está entrando de forma acelerada no agronegócio brasileiro e, com o Big Data (tecnologia para processar e tratar de grandes quantidades de dados), vai gerar uma nova revolução agrícola, garantindo aumento da produtividade e da produção sem necessidade de aumento de área. A definição do tipo de semente que plantar, como plantar, como adubar, como usar defensivo, época da colheita, armazenamento, transporte, comercialização e outras 40/50 decisões que precisam ser tomadas pelo agricultor já estão sendo feitas pela tecnologia.

Deixarão de ser por talhão, por quadra ou por hectare, serão por metro quadrado. Cada metro quadrado da fazenda poderá ter um tratamento diferente, conforme sua necessidade, economizando insumos ou atacando pragas específicas e localizadas, diminuindo o trabalho e os custos de produção.

Big Data II

Rodrigo Santos, presidente da Monsanto do Brasil, explica que o Big Data contribuirá para elevar a produtividade da área plantada, com confiabilidade e rastreabilidade. “Algoritmos e redes neurais trarão ao produtor a melhor escolha para cada uma das questões que ele precisa lidar para aproveitar cada metro quadrado e maximizar a produção”, exemplificou, na semana passada, no 14º Congresso Brasileiro do Agronegócio.

O brasileiro tem grande capacidade de adotar inovações, disse Santos, como mostra o crescimento de 240% na produção agrícola dos últimos 20 anos “e a revolução por meio do Big Data levará o País a manter essa posição nos próximos 20/30 anos, ofertando o alimento que o mundo está a exigir”.

Fonte: JORNAL DO COMÉRCIO







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