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Só Feijão

Só Feijão - 17/10/2014 08:18

FEIJÃO CARIOCA 

17/10/2014 07:30 – Dentro do que poderia se esperar, a semana teve pouca movimentação de compradores. A próxima semana também, se a lógica valer, deverá ser ainda de movimentação abaixo da média. Espera-se que a movimentação no varejo venha a acontecer somente na última semana do mês. Por outro lado, produtores têm vencimentos a  pagar no período. Estes, e aqueles que desanimam, vão abastecendo o mercado em níveis abaixo dos praticados 10 dias atrás. Logicamente, o empacotador, para comprar, oferta preços considerados abaixo do “normal”. É uma questão de oportunidade, pois ele terá que esperar o mercado voltar a ser comprador. Por esta razão, no interior de Minas Gerais e em Goiás, no entorno do DF, o valor do feijão nota 8/8,5, que era negociado por R$ 80/85, chegou a ser vendido ontem por R$ 70/75. Já os feijões recém-colhidos em São Paulo, nas lavouras, foram negociados ontem por R$ 105/108.

16/10/2014 07:30 – A observação das gôndolas dos supermercados dá uma ideia do momento atual. Diversas lojas que trabalhavam com 2 ou 3 marcas, no máximo, têm hoje de 7 a 8 marcas. Os preço podem variar de R$ 1,50 até R$ 3,20. Os vendedores de embalagens reportam, agora neste mês,  uma diminuição do volume total de embalagem vendida. Porém, observam que houve uma aumento na quantidade de clientes diferentes. Já os grandes e tradicionais empacotadores do nordeste vêm admitindo uma parada total nas vendas. Alguns acham que é a pior em 20 anos.  Por esta razão, não tem sido observada a presença, ainda, dos compradores do nordeste no interior de São Paulo, onde está sendo colhido o feijão neste momento. Naquele estado, os compradores são da própria região e também do Paraná. Ontem, ocorrem negócios por R$ 105/107 para um feijão de boa peneira, também de cor 9 acima. Em Minas Gerais, Goiás, Paraná e Bahia há ofertas de feijão nota 7, que encontram raramente compradores por R$ 45/50. Em Minas Gerais,  raras ofertas nos pivôs são negociados por R$ 95/100  e 8/8,5 R$ 80/85. Veja como está o plantio da primeira safra na orelha amarela.

 

15/10/2014 07:30 – Dentro do previsto e esperado, o mercado desta semana permanece sem qualquer novidade importante. A demanda tem sido atendida pela oferta do momento. Os empacotadores estão reportando que o compasso da reposição nas gôndolas permanece bastante lento.  Não foi alterada a procura por feijões comerciais. Em todas as regiões, o feijão estocado que está abaixo de nota 8 não tem procura. Amostras de feijão nota 7 circulam contendo como referência o valor de R$ 45 por saca em Minas Gerais, por exemplo, mas não encontra compradores. Já no interior de São Paulo,  lentamente a colheita vai aumentando de volume e diversos compradores do Brasil rumam para aquele destino. Os preços permanecem para o  9/9,5 ao redor de  R$ 105/110. Em Minas Gerais,  raramente há lavouras que ainda estão sendo colhidas nos pivôs e são negociados por R$ 95/100  e 8/8,5 R$ 80/85. Na Bahia, o governo e recebe na CONAB pagando entre R$ 88/95.

14/10/2014 07:30 – Ontem nas fontes o mercado permaneceu com pouca movimentação.  O interesse dos maiores empacotadores ou mesmo de marcas que trabalham com feijões de melhor qualidade é saber como está o interior de São Paulo. A safra lá vai sendo colhida e vendida. Como o clima seco permite que o trabalho seja feito rapidamente e com boa qualidade do feijão,  o produto é colhido e imediatamente carregado pelos compradores direto da roça. Os preços ontem mantiveram o mesmo patamar: 9/9,5 entre R$ 105/110.  No interior da Bahia onde o governo segue recebendo pela CONAB por entre R$ 88/95 ainda pode ser encontrado feijão por R$ 65/70. Em Minas Gerais, os raros nota 9 foram negociados por R$ 90 e 8/8,5 R$ 80/85. As mesmas referências ocorrem em Goiás. No Mato Grosso, assim como no restante do Brasil, os produtores não estão aceitando vender abaixo dos valores praticados nas últimas duas semanas, lá por R$ 80/90. Os compradores tentam ofertar valores menores, mas pequenos volumes são negociados.

13/10/2014 07:30 – Nesta semana, o volume de oferta de feijão colhido em São Paulo deverá aumentar. Como a semana não deve apresentar aumento sensível da procura, os feijões tendem manter os preços hoje e amanhã, pelo menos. Na última sexta-feira, havia compradores dispostos a pagar R$ 100 no interior de São Paulo, porém os produtores pediram e, em alguns casos, conseguiram,  vender por R$ 105/110, pelo produto nota 9/9, 5. Os compradores, em grande parte, são os próprios empacotadores deste estado densamente povoado onde estimo, baseado no Vigitel*, seja hábito de 70% da população consumir feijão cinco vezes por semana pelo menos.  Assim, a grande maioria dos operadores não aposta em maiores movimentações durante esta semana. Boa parte do nordeste vai percebendo a diminuição no tamanho da oferta de feijão, principalmente na Bahia. Os empacotadores perceberam uma ligeira melhora nas vendas, mas ainda aguardam a sinalização de volume maior de colheita em São Paulo para buscar o abastecimento naquela região. As referências na última sexta-feira permaneceram

 

 

 

 

 

 

 






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