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A paralisação dos caminhoneiros no Brasil continuou oferecendo suporte aos preços da soja na bolsa de Chicago na sexta-feira....

27/02/2015 10:45

Só Feijão

Só Feijão - CORREPAR - 02/03/2015 08:03

FEIJÃO-CARIOCA 

02/03/2015 – 07h30 – Os preços recuaram na região de Castro na semana passada. Os raros nota 8,5/9 eram da variedade Campos Gerais e foram negociados por R$ 150/160. Os feijões nota 7 Campos Gerais chegaram ser negociados por R$ 130. Já em Goiás e no noroeste de Minas, os preços variam entre R$ 155 e R$ 170, dependendo da peneira. A reclamação de norte a sul do Brasil é que esta tudo “muito parado”. Esta semana, o governo fará um leilão de venda dos seus estoques no Paraná.

E a reação pós-Carnaval??

Os supermercados comentam que estão registrando recuo no consumo de diversos itens desde dezembro. Na opinião de Álvaro Furtado, presidente do Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo), “A classe média, principalmente a emergente, tende a ser perdulária em momentos de otimismo, e conservadora ao extremo quando a crise aparece. É um público muito sensível aos preços e às crises”. Nos supermercados, de forma geral, a elasticidade da demanda por produtos essenciais é baixa, ou seja, o consumidor de todos o os níveis se vê obrigado a comprar, mesmo com preços subindo.
Assim, do ponto de vista do momento crítico político e do ambiente econômico pessimista, a princípio, o feijão não sofrerá no médio prazo, mas pode estar sofrendo no curto prazo na medida em que os supermercados, diante da alta de preços, postergam as compras. Gastam até o último pacote. Estão buscando novos fornecedores que vendam com preços abaixo do custo para entrar nas grandes redes de supermercados. Assim, a venda dos tradicionais empacotadores sofre em algum grau diminuição de venda. O consumidor pode mudar de marca, reduzir a quantidade, mas vai acabar comprando.
Soma-se a isso que todos os empacotadores também esperavam uma reação pós-Carnaval e se prepararam para não comprar agora. Também, quem comprou para especular agora busca realizar o lucro e concorre com os produtores. Isto pode explicar o momento de calmaria que estamos vivenciando.

Segunda Safra

26/02/2015 Região noroeste do Paraná confirma diminuição de 70% na área plantada em relação ao ano passado. Também no Mato Grosso do Sul há fortes indicações de diminuição de 60/70% na área plantada.

23/02/2015 A região de Patos de Minas já deveria estar com boa arte da área plantada. Porém, primeiro a estiagem e agora a forte pressão da mosca branca torna cada dia mais remoto o plantio naquela região.

19/02/2015 – Com a chegada das chuvas nos últimos dias na região de Goiás e Minas Gerais, há um alívio geral com as lavouras em desenvolvimento e permite que seja finalizado o plantio.

02/02/2015 – Mesmo dentro da CONAB já se tem como certa uma importante diminuição da área plantada e deverá reduzir a área inicialmente estimada em 1,49 milhões de hectares. Acredito, pelo que tenho levantado, que estaremos mais próximos e com forte chance de ser menor do que os números de 2013 de 1,29 milhões de hectares, que foi a menor área plantada, da segunda safra, da história. Lembrando que parte importante desta safra é de feijão-de-corda. Praticamente todo feijão-de-corda produzido é neste período. Mosca-branca, estiagem, preço do milho, medo do risco podem contribuir para que tenhamos novamente a menor área de uma segunda safra da história.






ITR
MIAC

Ipesa
Marambaia


Pipoca

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